(a todos os gaiatos de nosso planetemplo Gaia)
Saem de dentro, bem dentro da terra
extraídos pelo aço do braço viril
que arranca suga e esgota
seu uso e abuso de forças
Cadáveres da pré-história histérica
da vidanimal e outros vegetantes entes
decompostos ao seu dispor
Para que se possa navegar
pela desnecessidade
de tudo que se deixa para trás
com a poeira e os buracos da estrada
faminta de meninos pedintes
Veículos transitivos do verbo que se faz carne
elevando a matéria do fundo do poço
da condição inorgânica
ao céu da mais pesada e escura nuvem de fumaça
Só mesmo no interior isolado da nave
vagueamos vagalumes imunes ao efeito defeituoso
Do nosso consumo de energias não renováveis
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2 comentários:
Ivan Maia meu sempre querido poeta guerreiro; meu querido poeta nietzchiano, grata pela lembrança que tem de mim. Vi seu recado no blog do nosso Ademario. Que Ñanderu nos acolha.
Grauna grão
Adoro a mistura poema-política
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metáforas duras
desajeitadas na grande mãe
engrenagem sólida
dura de se quebrar
quem sabe um dia
quem sabe
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Gostei de seu blog
vou ver depois o filsofenix
mas no brasil não há cinsas
temos é que criar do zero mesmo
sigamos
Até Alan
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